BR Desenvolvimento e aprendizagem em meio à Microcefalia representações sociais de universitários

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Edna Brito Amaral Edna

Resumen

El presente trabajo tuvo como objetivo reflexionar sobre las representaciones sociales de los estudiantes universitarios sobre microcefalia, desarrollo y aprendizaje. Se entrevistó a un total de 100 estudiantes universitarios, con una edad promedio de 22 años, la mayoría de ellos en ingeniería y educación. El 90% eran solteros y varones. La técnica de asociación de palabra libre se utilizó con los estímulos inductores "microcefalia", "desarrollo" y "aprendizaje". Se puede ver que las representaciones de los actores encuestados impregnan la microcefalia como una enfermedad limitante, y que el desarrollo y el aprendizaje son limitados, atribuidos solo a los niños sin responsabilidad social. Existe la necesidad de más estudios que proporcionen un marco más amplio para discutir este tema de manera más crítica.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Sección
Artículos originales

Referencias

Barros, I. C. O., & Santos, J. O. (2016). A importância da parceria família-escola no processo de ensino aprendizagem. Revista Brasileira de Educação e Saúde, 5(2).
Barthelson, B. (2016). A importância da interlocução para o aprendizado da leitura e da escrita. CIAIQ2016, (1).
Branco, N. (2011) Actividade Física Adaptada numa unidade de intervenção especializada em multideficiência. Porto: N. Branco.
Brasil. (2012). Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas Envolvendo Seres Humanos. Brasília: Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Recuperado de http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf>.
Brasil, L. D. B. (2013). Lei 9394/96 –Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Recuperado de http://www. planalto. gov. br/ccivil_03/leis/l9394. htm.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. (2016). Diretrizes de estimulação precoce: crianças de zero a 3 anos com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor decorrente de microcefalia / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília: Ministério da Saúde.
Colombani, F. (2016). Medicalização escolar e o processo normatizador da coação adulta: a era da palmatória química em uma sociedade hiperativa.
Christovam, A. C. C., & Cia, F. (2016). Comportamentos de pais e professores para promoção da relação família e escola de pré-escolares incluídos. Revista Educação Especial, v. 29.
Cordeiro, A. L. L., Santos, L. P. D., Gonçalves, T. B. D. S., & Souza, A. S. D. (2018). Avaliação da qualidade de vida das mães de crianças com microcefalia. Revista Brasileira de Saúde Funcional. V.5, n 2.
Costa, A. M.(2016). A determinação social da microcefalia e o saneamento. Recuperado de http://scf.cpqam.fiocruz.br/eventozika/pdfs/Andre_Monteiro_Zika_ABCDE_2016.pdf
Freire, P. (1999). Pedagogia da autonomia: Saberes necessários a prática educativa. 11 ed. Rio de Janeiro; Paz e terra.
Henriques, C. M. P., Duarte, E., & Garcia, L. P. (2016). Desafios para o enfrentamento da epidemia de microcefalia. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 25(1), 7-10.
Illingworth, R. S. (2013). The development of the infant and the young child: normal and abnormal. [S.l.]: Elsevier Health Sciences, p. 3.
Jodelet, D. (2001). As Representações Sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ
Libâneo, J. C. (2016). Políticas educacionais no Brasil: desfiguramento da escola e do conhecimento escolar. Cadernos de Pesquisa, 46(159), p. 38-62.
Lino, J. (2013). Relatório de Estágio Pedagógico desenvolvido na escola EB 2,3/S da Guia junto da Turma do 10ºA no ano letivo 2012/2013: Estratégias de integração e facilitação da aprendizagem, para alunos com microcefalia nas aulas de Educação Física: Estudo de caso de uma Turma. Relatório Final de Mestrado, Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
Liuzzi, G., Puro, V., Vairo, F., Nicastri E., Capobianchi, M. R., Di Caro, A., Piacentini, M., Zumla, A., & Ippolito G. (2016). Zika virus and microcephaly: is the correlation, causal or coincidental. The new microbiologica, 39(2), p. 83-85.
Löwy, I. (2016) Zika and Microcephaly: can we learn from history?. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 26(1), p. 11-21.
Lucchese, G., & Kanduc, D. (2016). Zika virus and autoimmunity: From microcephaly to Guillain-Barre syndrome, and beyond. Autoimmunity reviews.
Luz, R. O., Pieszak, G. M., Arrué, A. M., Gomes, G. C., Neves, E. T., & Rodrigues, A. P. (2019). Itinerário terapêutico de famílias de crianças com necessidades especiais de saúde. Rev Rene, 20.
Melo, A. C. M. (2018). A implementação do direito à saúde como fator de desenvolvimento humano e o princípio da reserva do possível. Dissertação (Mestrado em Direito). Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais.
Minayo, M. C. S. (Org.). (2010). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. (29 ed.) Petrópolis, RJ: Vozes.
Ministério da Saúde. (2016). Microcefalia: Ministério da Saúde confirma 1.271 casos no país. Recuperado de http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/23534-microcefalia-ministerio-da-saude-confirma-1-271-casos-no-pais
Moura, E. A., Mata, M. S., Paulino, P. R. V., Freitas, A. P., Mourão Júnior, C. A., Mármora, C. H. C. (2016). Os planos genéticos do desenvolvimento humano: a contribuição de Vigotski. Revista Ciências Humanas, 9(1), 2016
Moysés, M. A. A., & Collares, C. A. L. Dislexia e TDAH: uma análise a partir da ciência médica. In: Conselho Regional de Psicologia- SP; Grupo Interinstitucional Queixa Escolar (Org.). Medicalização de crianças e adolescentes: conflitos silenciados pela redução de questões sociais a doenças de indivíduos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010. Capítulo 5, p. 71-110.
Moreira, A. S. S., & Oliveira, P. A. B. (2016). Infecção pelo zika vírus e malformações do sistema nervoso central. XXVII Jornada Científica do Internato do Curso de Medicina do UNIFESO, 1(1), 2016.
Moscovici, S. (1961). A Representação Social da Psicanálise. Rio de Janeiro: Zahar
Oliveira, E. C., Harayama, R. M., & Viégas, L. S. (2016). Drogas e medicalização na escola: reflexões sobre um debate necessário. Revista Teias, 17(45), p. 99-118.
Pereira, V. A., Chiodelli, T., Rodrigues, O. M. P. R., Silva, C. S. O., & Mendes, V. F. (2014). Desenvolvimento do bebê nos dois primeiros meses de vida: variáveis maternas e sociodemográficas. Pensando familias, 18(1), p. 64-77.
Rodrigues, D. Z., Ferreira, F. Y., & Okido, A. C. (2018). Sobrecarga do cuidador familiar de crianças com necessidades especiais de saúde. Revista Eletrônica de Enfermagem, 20.
Reys-Lagunes, I. (1993). Las redes semânticas naturales, su conceptualización y su utilización em la construcción de instrumentos. Revista de Psicología Social y Personalidad, 1, p. 81-95.
Sá, L. M. S. M. P. (2013). Intervenção Precoce e Microcefalia: Estratégias de Intervenção Eficazes. (Dissertação de Mestrado). Escola Superior de Educação João de Deus.
Salge, A. K.M., Castral, T. C., Sousa, M. C., Souza, R. R. G., Minamisava R., Souza, S. M.B. (2016). Infecção pelo vírus zika na gestação e microcefalia em recém-nascidos: revisão integrativa de literatura. Revista Eletrônica de Enfermagem.
Santana, L. A. A., Nacif, P. G. S., de Camargo, M. S., & do Nascimento, D. M. (2016). Educação ao Longo da Vida como marcador de sucesso do estudante universitário: o papel da educação geral. CONFINTEA Brasil+ 6, 41.
Silva, K. C. B. (2016). O discurso médico-psicológico na configuração do campo da Educação Especial. Revista Eletrônica de Educação, 10(1), p. 69-87.
Souza, J. A. M. (2016). Recovering the dialectic in the historical materialism of Vigotski. Psicologia & Sociedade, 28(1), p. 35-44.
Vala, J. (2004). Representações sociais e psicologia social do conhecimento quotidiano. In: J. Vala & M.B. Monteiro. Psicologia Social. 2ª ed. (pp. 457-502). Lisboa: Fundação Ca.
Vasconcelos P. F. C. (2015). Doença pelo vírus Zika: um novo problema emergente nas Américas? Revista Pan-Amazônica de Saúde, 6(2), p. 9-10.
Vera-Noriega, J. A., Pimentel, C. E. & Albuquerque, F. J. B. (2005). Redes semánticas: Aspectos teóricos, técnicos, metodológicos y analíticos. Ra Ximahi, 1, p. 439-455.
Vera-Noriega, J. A. (2005). Rede semánticas: método y resultados. In A. S. P. Moreira, B. V. Camargo, J. C. Jesuíno, & S. M. Nóbrega (Orgs.), Perspectivas teórico metodológicas em representações sociais, (pp. 489-510). João Pessoa: EdUFPB.
Ventura, C. V., Maia, M., Bravo-Filho, V., Góis, L. A., & Belforte Jr, R. (2016). Zika virus in Brazil and macular atrophy in a child with microcephaly. The Lancet, 387 (10015), p. 228.
Ventura C. V., Maia M., Ventura B. V., Linden V. V. D., Araújo E. B., Ramos R. C, et al. Ophthalmological findings in infants with microcephaly and presumable intra-uterus Zika virus infection. Arquivos brasileiros de oftalmologia. 2016;79(1):1-3.
Vigotski, L. S. (2000). Psicologia concreta do homem. Educação & Sociedade, 21( 71), p. 21-44.
Vigotski, L. S. (2003). A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Martins Fontes.
Vigotski, L. S. (2001). A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo : M artins Fontes.
Vigotski, L. S. (2010). Aprendizagem de desenvolvimento intelectual na idade escolar. In: Vigotski, L. S.Luria, A. R., & Leontiev, A. R. (2010). Linguagem, Desenvolvimento e Aprendizagem. A.N.-10ª edição. São Paulo: Ícone.
Xie, B. et al. (2016). A novel de novo microdeletion at 17q11. 2 adjacent to NF1 gene associated with developmental delay, short stature, microcephaly and dysmorphic features. Molecular cytogenetics, 9(1), p. 1.